Quem se contamina com o vírus da auto-suficiência reduz a própria produção intelectual. Quem se embriaga com o orgulho está condenado à infantilidade emocional e à pobreza intelectual, além de fazer da vida uma fonte de ansiedade. O orgulho gera muitos filhos, entre os quais estão a dificuldade de reconhecimento de erros e a necessidade compulsiva de estar sempre certo. Aquele que recicla seu orgulho e se liberta do jugo de estar sempre certo transita pela vida com mais tranqüilidade. A pessoa que reconhece suas limitações é mais madura do que a que se senta no trono da verdade.
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